quinta-feira, 28 de maio de 2015

Monitor de Válvula M32: Suas Funções e Aplicabilidade

Devido ao grande crescimento da automatização das plantas de processo industrial, a demanda se torna cada vez maior por equipamentos que possam suprir as necessidades destes processos.

A mais usada no mercado hoje é a monitoração de válvulas ON/OFF rotativas. Quando essas válvulas são ativadas, é preciso que se tenha a confirmação do acionamento e suas posições, e para isso, é necessário utilizar Monitores de Válvulas.

A Sense não poderia deixar de ter um produto tão importante como esse em seu portfólio. Apresentamos a você, nosso modelo da linha M32.

Este produto é um monitor de válvulas idealizado para sinalizar válvulas rotativas que giram ¼ de volta (90°), constituído basicamente em duas partes: a primeira, onde se encontra toda a parte eletrônica do equipamento, com 02 sensores de proximidade montados no mesmo invólucro, totalmente selado, garantindo robustez e durabilidade. A segunda é a caixa de conexão com o derivador interno, dispensando o uso de caixas de passagem no campo. Isso permite que a manutenção feita seja muito mais simples e ágil, não havendo necessidade de intervenção nas conexões elétricas.

Para que o sensor exerça sua função de identificar a posição aberta ou fechada da válvula é fornecido um acionador composto de um sinalizador que se adapta diretamente ao eixo do atuador pneumático e, possui dois alvos magnéticos que acionam o sensor nas duas posições da válvula. Também contém um indicador de posição local (beacon) que indica a posição aberto/fechado visível até 50 metros.

Em sua configuração é possível acompanhar válvula solenoide para atua da válvula de forma remota. 
São diversos os modelos que a Sense oferece: invólucro em plástico, alumínio ou aço inox, nas configurações com saída Reed Switch, PNP ou NPN e nos protocolos de Rede AS-I, Devicenet e Profibus DP.

Devido a essa diversidade de modelos, sua aplicação é possível em praticamente todos os segmentos de mercado: Açúcar e Álcool, Plataformas e Refinarias de Óleo e Gás, Alimentícia, Química e Petroquímica, Farmacêutica, Siderúrgica e muitas outras. Além disso, existe a possibilidade de serem ofertados modelos próprios para se trabalhar em áreas potencialmente explosivas (áreas classificadas) com certificado emitido por Órgãos Certificadores Acreditados pelo Inmetro para classificações de proteção de área Exi (zona 0), Exd ou Exe (zona 1 e 2).

Conheça mais sobre esse produto em nosso site. Clique AQUI.

Autor: Leandro Ivoglo – Engenharia de Aplicações


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Abinee: Sistema Tributário na Competitividade da Indústria

Na última sexta-feira, 15 de maio, a Abinee realizou um o “Fórum Grandes Questões Tributárias da Indústria” em parceria com a Foco Fiscal. O evento contou com a participação de especialistas, advogados tributaristas e empresários que enfatizaram os principais aspectos que afetam a capacidade produtiva e de investimento no país.

Imposto sobre a produção X Despesa Pública

No debate, todos chegaram à mesma conclusão: a principal razão para existência da estrutura tributária é sustentar o gastos públicos abusivos que estão cada vez maiores e que parecem estar mais longe do fim a cada dia.

“Não podemos nos iludir, pois a redução e simplificação dos impostos sobre a produção terá que ser feita em conjunto com um programa de redução efetiva da despesa pública”, disse o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, na abertura do evento.

Com todas as discussões do fórum a pergunta que fica para o governo é: “Até quando a indústria será prejudicada com a alta e complexa carga tributária?”

Hoje, a o valor da carga tributária se encontra bastante elevada, em torno de 37% do PIB, no qual empresas, independente do seu porte, são as principais vítimas. Além disso, há uma burocracia sufocante que exige o envio de inúmeros registros fiscais relacionados com a apuração de tributos municipais, estaduais e federais.

Logo no início do evento, o ex-Secretário da Receita Federal do Brasil, Everardo Maciel, disse que se não houver uma diminuição das despesas públicas, de nada adianta uma reforma tributária. “Não podemos trabalhar com algo utópico. O caminho é o enfrentamento de problemas específicos, dentro de uma concepção viável e de implementação gradual”, disse ele.

Produto nacional e importado

Um dos temas mais importantes do evento e que afeta diretamente o caos tributário do país é a competição fiscal entre o produto nacional e importado.

“Hoje vivemos uma crescente desindustrialização no país e as empresas têm dificuldades para competir com os produtos importados”, afirmou Hugo Valério, vice-presidente da Abinee.

As regulamentações do mercado internacional buscam equilibrar o tratamento fiscal entre os produtos nacionais e importados. Em contrapartida, o Brasil faz o inverso, ou seja, incentiva a entrada de produtos importados, deixando as condições mais favoráveis para estes produtos do que para os produtos locais, isso em um cenário de acirrada competição global que faz a indústria brasileira ficar muito desfavorecida.

O país precisa eliminar a tributação nas exportações. Somos o único do mundo que exporta com tributo. Acúmulo de créditos como ICMS, Pis/Cofins e IPI, somado ao câmbio valorizado, o produto nacional não consegue ser competitivo. “Não é fazer uso de incentivo fiscal, mas dar equilíbrio e isonomia. Precisamos ter uma postura mais impositiva, preservando a indústria nacional”, diz Heleno Taveira Torres, advogado.

No encerramento do evento, o economista e consultor Roberto Gianetti da Fonseca deu o seu parecer: “É preciso dar liquidez ao crédito”, ou seja, o governo acabou tornando rotina financiar seu caixa a custo zero com créditos de tributos exportados.

Nessa mesma linha, outros participantes da mesa de discussão, também abordaram a necessidade de isonomia do produto nacional com o importado. O imposto não é somente sobre o valor adicionado.

Todo esse caos tributário destrói a força da indústria nacional, enquanto as importações entram limpas dos impostos.

Para conferir a matéria na íntegra, clique AQUI

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Aplicação de Módulos I/O em Área Classificada (Ex)

Conversão de sinais Discretos e Analógicos em ambientes com risco de explosão.

Podemos destacar o crescimento de nossa indústria, em importantes setores como químicos e petroquímicos em todas as áreas do processo: transformação, armazenagem e distribuição. Em quase toda a extensão da planta é necessário que a automação nas soluções existentes possua alto grau de confiabilidade, garantindo a segurança dos operadores e da comunidade ao seu redor.

Exemplo recente da necessidade dessas soluções foi uma explosão em Santos, no litoral Paulista, que durou vários dias levando perigo a todos da região.

A Sense pioneira em desenvolvimento de equipamentos para automação, principalmente para instalação em ambientes com risco de explosão, apresenta uma solução certificada para conversão de sinais discretos, provenientes de chaves de campo (de nível, de pressão, de temperatura, fim de curso), ou analógicos, por meio de transmissores de corrente padrão 4-20mA, ou tensão. Esses isoladores protegem os sinais do campo e interligados aos módulos de I/O em rede convertem para o protocolo desejado, como exemplo Profibus-DP, DeviceNet ou AS-interface.

A proteção do conjunto é realizada através de um sistema Exd (à prova de explosão) podendo ser instalados próximos aos instrumentos, sendo sua aplicação para zona 1 e 2 para gases ou 21 e 22 para poeiras, neste conceito é eliminado ou bastante reduzida a infraestrutura necessária para os cabos de sinais dos elementos finais em comparação com um sistema ponto a ponto com JB’s e caixas de rearranjo, pois somente um cabo de rede é necessário para interligar uma grande quantidade de instrumentos.

Autor: Cauê Monteiro – Process Automation