quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

GDP32P, conheça mais...

Dispositivo de Proteção Contra Surtos (DPS)

Segundo Naccarato (2005), o Brasil é o país onde ocorre a maior incidência de raios no mundo, seriam nada menos do que 70 milhões por ano. Por ser um país de dimensões continentais e devido a sua localização geográfica há grande incidência de descargas atmosféricas. E este fenômeno causa prejuízos irreparáveis tanto para a sociedade quanto para a indústria.
A magnitude de um raio pode chegar a 400 kV, valor alto o suficiente para danificar até mesmo uma linha de alta tensão (13,8 kV), conforme figura 1.


Para minimizar os danos causados por descargas atmosféricas na indústria, em particular equipamentos utilizados em redes industriais, a Sense desenvolveu o produto GDP32P, que é um dispositivo de proteção contra surtos (DPS) para rede Foundation Fieldbus e Profibus PA, usado em plantas com alto risco de queda de raios ou picos de tensão. O protetor atua no momento em que ocorrem descargas atmosféricas ou sobretensões, drenando todo o excesso de tensão e desviando para o aterramento, evitando danos aos instrumentos conectados à rede.


Para a proteção proposta, um dos componentes utilizados para a supressão da tensão indesejada, é o centelhador a gás, que consiste em um tubo contendo gás inerte, o qual sobre condições normais de operação apresenta características de um circuito aberto. Contudo, na ocorrência de um transiente, o gás se ioniza permitindo a passagem de corrente. O gás permanece ionizado até que a corrente caia a um valor denominado “holding current”. Uma das vantagens dos centelhadores a gás é sua baixa capacitância, o que não interfere no funcionamento dos equipamentos quando são atravessados por correntes de alta frequência. A figura 3 nos mostra a curva característica de operação de um centelhador a gás.


O Sistema de Conexão tipo plug-in facilita a conexão e desconexão tanto dos cabos de entrada e saída da rede como do cabo de aterramento. O sistema permite entrar e sair do invólucro do protetor com o cabo de rede através de prensa cabos PG 13,5. Já o cabo de aterramento utiliza o prensa cabos PG9.



Para mais informações sobre sistemas de proteção contra surtos em âmbito industrial, consulte nossa Engenharia de Aplicações.

Referências:
NACCARATO, K. P.. Análise das características dos relâmpagos na região Sudeste do Brasil. 2005. Tese (Doutorado em Geofísica Espacial), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, São José dos Campos. Revista Mecatrônica Atual..Protetores de Surtos de Tensão (TVSS): Funcionamento dos principais tipos e aplicações  - Ano:8; N° 46; Jul / Ago – 2010.. Sense Eletrônica Ltda.. Protetor de Surto – DGP32P .. www.sense.com.br

Autor: Bruno Alencar - Engenharia de Aplicações

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Intrumentação inteligente: o grande reforço da automação industrial

A grande transformação que vem passando a indústria mundial, em seus diversos segmentos, se deve ao avanço tecnológico cada vez mais rápido. O impacto dessa mudança também pode ser visto na área de automação aplicada aos processos, o que possibilita ganhos de qualidade, produtividade e segurança, além de redução de custos.

O uso de instrumentação inteligente nos sistemas de controle e automação industriais é apontado como importante tendência. Esses instrumentos unificam um único encapsulamento: um sensor ou mais, um circuito de condicionamento analógico, um conversor ADC, um microprocessador e um barramento de interface.

Todos esses produtos já incluem funções de filtragem do sinal medido e disponibilizam a medida digitalizada em um padrão de rede digital. Com o reforço da instrumentação inteligente, eles incorporam novas funcionalidades como autoteste, autoidentificação, autocalibração, autodiagnóstico e autovalidação.

Mas para que todos esses novos recursos de inteligência sejam funcionais, é preciso que o sistema de controle e automação faça uso dessas informações adicionais disponibilizadas, transformando-as em dados acionáveis tanto para a manutenção quanto para a operação do processo.

Essa instrumentação inteligente só poderá ser colocada em prática nas indústrias se houver profissionais tecnicamente capacitados a desempenhar com produtividade e qualidade as funções de concepção, projeto, desenvolvimento e implantação de processo de controle e automação.

No Brasil, há demanda por esses profissionais de automação especializados, principalmente nos grandes centros de negócios e locais onde as indústrias de base estão instaladas, porém a escassez ainda é muito grande por conta da defasagem tecnológica do nosso país.

FONTE: Blog NEI


Confira a matéria completa AQUI

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Curso de Automação do Inatel recebe conceito máximo do MEC

O Ministério da Educação (MEC) avaliou nos últimos dias 15 e 16 de dezembro do ano passado o curso de Engenharia de Controle e Automação do Instituto Nacional de Telecomunicações, o INATEL, um dos maiores parceiros da SENSE.

Mais de 20 itens foram levados em conta na hora da avaliação, divididos em 03 dimensões: organização didático pedagógica, corpo docente e infraestrutura.

Depois de 02 anos de experiência na área de automação com os cursos de Tecnologia e pós-graduação, o curso de Engenharia de Controle e Automação foi lançado em 2012 e já no final do ano passado recebeu nota 05, conceito máximo dado pelo MEC. O resultado ainda será publicado no Diário Oficial da União.

Para o professor e coordenador do curso, Alexandre Baratella, a nota comprova a qualidade do trabalho realizado pela Instituição no ensino de Engenharia e Tecnologia. Ele conta que a comissão avaliadora ainda elogiou a estrutura dos laboratórios e também, a relação dos alunos, professores e coordenação do curso. Mas de 90% do corpo docente tem mestrado e doutorado.

Para mais informações, clique na imagem abaixo:


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Sense participa do Congresso Online de Automação

Nos dias 13 a 19 de janeiro acontece o Congresso Online de Automação. Neste evento, são apresentadas diversas palestras e minicursos, todos voltados à área de instrumentação industrial.

A inscrição é gratuita e o objetivo é trazer informações pertinentes ao segmento de modo que a abrangência não seja limitada a um local físico, permitindo assim, a participação de diversas pessoas ao redor do mundo.

O foco principal são profissionais que atuam nesse marcado, mas pessoas que tenham interesse e não trabalham nesse setor, também podem participar.

A Sense marca presença com Victor Magno, técnico em Instrumentação que abordará o tema: Instrumentação Industrial – Áreas Classificadas (Ex).

“Trata-se de assunto no qual os profissionais demonstram pouco conhecimento e possuem muitas dúvidas. Além disso, é uma ótima oportunidade de divulgar uma nova aplicação disponível para a realização de manutenção segura dessas áreas. Nesse quesito, a Sense trouxe inovação com o Derivador Universal e o Derivador Spur-Zero”, diz ele.

Para mais informações sobre o evento, programação e inscrição, clique na imagem abaixo:


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Abinee faz balanço de 2014 e fala das expectativas para 2015

O Presidente da Abinee, Humberto Barbato e membros da diretoria da associação realizaram no final do mês de dezembro um balanço do ano de 2014 e projeções das expectativas para 2015.

Para Barbato, o setor eletroeletrônico se prepara para mais um ano imprevisível e também difícil. Apesar de algumas medidas de incentivo à indústria tomadas no segundo semestre de 2014, o setor ainda necessita de um plano estratégico de longo prazo, capaz de devolver a capacidade de competitividade das empresas no âmbito interno e externo. 

“Precisamos criar um ambiente que propicie a retomada de investimentos. E, para isso, temos que corrigir as distorções macroeconômicas que representam um grande entrave para a atividade produtiva”, diz ele.

Os membros da diretoria também fizeram projeções não muito otimistas para o ano de 2015. Segundo eles, a exportação pode ser uma possível válvula de escape devido ao câmbio do dólar que deve ficar na casa dos R$ 2,60 e a também a prometida recuperação dos mercados americano e europeu. Mas, se a taxa de câmbio subir muito, pode atrapalhar, uma vez que o país é bastante dependente de matéria prima do exterior.

Para eles, o maior desafio do Governo Federal será refazer as alianças políticas para eliminar a rigidez inflacionária. É preciso levar em consideração a correção dos preços administrados e do câmbio, além do ajuste fiscal e a recuperação de investidores e empresariado em geral.

Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://www.abinee.org.br/noticias/com345.htm

FONTE: Site Abinee