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Esse é o blog da Sense.

Nossa empresa quer interagir mais com você: cliente, fornecedor, representante, aluno, universidade, parceiro! Enfim todos os nossos stakeholders, que conhecem e querem estar a par do nosso mundo.

Para os que chegaram agora: essa é uma empresa de Automação Industrial, 100% nacional atuante nos segmentos de Automação de Manufatura e de Processo.

Estamos completando 40 anos de mercado, nossa fábrica se localiza em Santa Rita do Sapucaí - Minas Gerais, o escritório comercial está em São Paulo, e filiais em Campinas, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Temos representantes nas principais capitais, e trabalhamos com revendedoras especializadas em regiões estratégicas do país. Também exportamos para muitos países.

Em nosso blog você vai encontrar um pouco de tudo: cases de vendas, produtos, um pouco sobre o nosso mercado e negócios.

Esperamos a participação de todos: afinal é assim que se conversa!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

MÓDULOS DE I/O DE CAMPO, VANTAGENS E FACILIDADES DE SUAS APLICAÇÕES

Com a automatização dos Processos de fabricação ocorrida nas últimas décadas, tem-se dentre os principais fatores que impulsionaram tal mudança, a evolução da tecnologia de Redes Industriais. Além da confiabilidade, estabilidade do funcionamento, à flexibilidade da disposição de equipamentos na planta industrial se tornou cada vez mais exigida frente a inúmeras aplicações que surgiram.

A Sense, visando sempre atender a necessidade e a gerar soluções, em complemento a sua linha de Módulo Derivadores e Protetores de Segmento, dispôs ao mercado os Módulos de I/O de Campo. Estes equipamentos têm como objetivo, a otimização da distribuição da rede.

Disponíveis para redes DeviceNet e Profibus DP, o produto é composto por partes modulares, Módulos FDN (Node) ou FDE (Expander) e Módulos FDC (I/O Connection).
Entenda melhor a funcionalidade básica de cada parte:

FDN (Nolde): Consiste no Slave da rede utilizada, onde ocupa determinado endereço, realizando o “gerenciamento” do trecho expandido.
FDE (Expander): Tem a função de permitir que novos módulos FDC de Entrada/Saída (Analógica ou Digital) possam ser conectados.
FDC (I/O Connection): Permite a conectividade aos equipamentos finais a serem monitorados.

Esquema básico de ligação entre os Módulos FDN, FDE e FDC:
confira a imagem demonstrativa aqui

Para o correto funcionamento desse sistema, algumas limitações devem ser obedecidas no momento do dimensionamento do trecho de expansão. Quanto ao uso do FDE, poderá ser utilizado até 15 módulos, desde que a quantidade de informações (Bytes) trocadas nesse trecho não seja superior a 24 Bytes para entradas e saídas.

Dentre as vantagens do uso desse sistema, é destacada a redução de cabeamento da rede principal, pois o cabo utilizado na expansão não é o mesmo utilizado no tronco, o que reflete na diminuição no custo da planta.

Outro ponto é a facilidade de manutenção e identificação de falhas conseguida. Isso se deve a melhor flexibilidade de ligação dos dispositivos finais e sinalizações via LED, disponível na parte frontal dos módulos FDN e FDE.

Exemplo de ligação do sistema com elementos finais
digitais: clique aqui para visualizar a imagem demonstrativa.

Recomendações Práticas:

Para a rede de expansão, normalmente se utiliza no máximo 3 Módulos FDE (Expander). O cabo de ligação entre o Módulo FDN até o último Módulo FDE, normalmente tem até 15 metros de comprimento. Para ligação dos equipamentos finais, frequentemente se utiliza cabos com até 30 metros de comprimento.

Essas recomendações visam uma simplificação do trecho expandido, evitando, principalmente, uma condição de falha ou defeito do Módulo FDN (Nolde) e deixando um menor número de equipamentos inativos, e, consequentemente, uma menor paralisação parcial da planta.

Autor: Claudinei da Silva Rosa - Eng. de Aplicações

  
  

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